27 novembro 2006
SEXTA-FEIRA 13
Todo dia era a mesma coisa meia noite, tinha uma vela no cemitério. Todos curiosos, mas ninguém tinha coragem de ir ver o que era. Certa vez eu fui até a porta com uma vela na mão tremendo de medo, comecei gritar.
Fui correndo para casa fiquei quase um mês sem dormir. Ate que olhei fixamente para lá e descobri que era a luz do meu quarto que dava reflexo.
Vanusa Aparecida da Silva T:82
Eu estava assistindo tv, quando de repente o escuro tomou conta da sala, comecei a ouvir barulhos. Resolvi ver o que era, quando olhei para trás...
Dois olhos vermelhos que vinham em minha direção, comecei a sentir medo, não sabia o que fazer, mas de repente a luz voltou e pude ver o que era...
Morgana Rossoni T:82
Duas garotinhas chamadas Talita e Aliça, muito sapecas, adoravam passar trote no orelhão em frente de sua casa.
Certo dia se deram mal porque ligaram numa casa que tinha bina e a mulher ligou para a polícia, só que as meninas não sabiam e continuaram ligando em outras casas. Passados alguns minutos, chegou a polícia, as garotas ficaram muito assustadas. A polícia conversou e disse que se elas não parassem iam ser presas e elas ficaram com medo e nunca mais passaram trote.
Tainá e Tiago foram viajar.Nessa viagem aconteceu muita coisa.A felicidade dos dois estampava-se no rosto.
Conheceram novos lugares,pessoas diferentes.O clima era ótimo para falarem de si.Tiago pediu Tainá em casamento .Casaram-se em uma das cidades que visitaram:Lisboa.Foram para a lua-de-mel.
Nesse instante toca a campainha,Tainá acorda...estava atrasada, como sempre!
Tragédia - Noite
No dia em que Camila completou 15 anos, seus pais lhe deram uma festa, mas ela sumiu de casa.Só apareceu quando os convidados estavam indo embora.
Nos dias seguintes o fato foi se repetindo, Camila só voltava tarde da noite.Os pais, preocupados, ligaram para a policia, anoiteceu e ela não apareceu.
A policia encontrou Camila pela manhã, morta com um tiro no coração, no banco da praça.
Nome: Débora Dall’ Agnol
Turma: 82
-Apesar de ser somente comida para mim tem mais valor que um pote de ouro.Virou as costas e foi embora.
Ao fechar a porta, ouviu outra batida, quando abriu somente encontrou um pote de ouro.
Douglas 82
Dois rapazes andando lado-a-lado pela rua escura;
Cabeça baixa, cabelo no rosto.Em suas mãos, algo que parece lhes fazer bem.
Alucinações. O mundo gira, as mãos tremem, as pessoas parecem loucas, os carros passam num piscar de olhos.
E de repente uma luz vermelha: o carro da polícia chega perto dos dois. Decepção!
Os rapazes já não andam mais pelas ruas, apenas suas fotos nos jornais...
Ana Carla_82
Os Dois Irmãos!
Sônia sofria muito. João paraplégico. Pedro cego. Seus dois únicos filhos viviam reclusos, até certo dia em que Pedro atravessando a rua foi atropelado.
Hospital, cirurgia, remédio, dinheiro.
Desespero de Sônia. Alguém enfim, a ajuda.
Mônica Scalvi_82
Tudo às escondidas...
Ela adorava aventuras, festas;
Filha super protegida pelos pais. Não agüentava isso.
Tudo mudou ao conhecer um garoto, maneira de agir, de pensar. Troca de olhares, sorrisos, até o encontro. Beijos, abraços, às escondidas. Discussões, sofrimentos, angústias. Até a instabilidade dos pais perceberem como precisavam mudar a maneira de tratá-la. Podendo assim, fazê-la mais independente e conseqüentemente mais feliz.
Lí_82
06 setembro 2006
Quais os limites entre a Ficção e a Realidade?
0° C
miniconto de terror em 5 minicapítulos
1.Disseram que o ônibus passaria às duas da manhã. Fiquei na frente do hotel. Eu, o frio, o silêncio. Se não fosse tão arriscado ficaria mais tempo na cidade. Pequena, agradável, bom vinho, boa comida. Mas quando se comete algo tão grave, melhor dar o fora o quanto antes.
2.O sino da igreja bateu duas vezes. O som agrediu o gelo que se formava sobre tudo. As luzes do Banco do Brasil, ao lado do hotel, pareceram tremer com as badaladas. Meu peito doeu. Seria a culpa por desmanchar o noivado? Antes de responder, uma sombra ganhou vida.
3.Nada do ônibus ainda. Avancei para a esquerda, em direção à grande loja de roupas. Meus joelhos gelados produziram passos imprecisos. O tapume de uma obra oferecia uma fenda. Entrei. Metros adiante a luz de uma vela. O vulto feminino cavava com pá. Estocadas decididas no solo. Ao lado uma sacola.
4.Melhor voltar, pensei. Disseram que o ônibus não pára se o motorista não enxergar ninguém. Os longos cabelos loiros dela me lembravam alguém. Parou de cavar. Abriu a sacola. Assombrado, vi-a tirar ali de dentro uma cabeça. Ergueu-a, admirou-a por um momento, depois beijou os lábios mortos. Em seguida jogou a cabeça no buraco e cobriu tudo com terra.
5.O ruído do motor me tirou da paralisia. Saí dali aos tropeções, direto para o meio da rua, acenando frenético para os faróis que cortavam o espesso da noite. Embarquei trêmulo, mas não de frio. Boa-noite, disse o motorista. Não respondi. A luz da vela exibira com clareza: a cabeça separada do corpo era minha.
21 agosto 2006
Miniconto - A Aprendizagem

Fonte:odatacaniciodata.splinder.com
08 agosto 2006
Tesouro de Pano
"Uma menina visita a bisavó doente e descobre, no sótão da casa, dentro de um baú, uma bandeira de pano. Curiosa, ouve da velha senhora a saga de imigrantes que vieram de Bassano Del Grappa, na Itália, para o Rio Grande do Sul."
Isso pode ser lido na contracapa do livro lançado em nosso colégio, pelo escritor Luís Dill , de Porto Alegre. A obra, editada pela WS editora , foi escrita depois que ele participou da segunda feira do livro, em 2005. Passando pela escola, viu hasteada uma bandeira de pano, feita com retalhos. Eram pedaços que cada aluno, professor e funcionário costurou, contando sua história de vida. A mesma bandeira que está na capa do livro.
01 julho 2006
Quatro adolescentes vivem alienados, num condomínio fechado. Um dia resolvem fugir para Porto Alegre e ali encontram um outro jovem, menino de rua e a dura realidade da vida. O autor, Marcelo Spalding Perez, coloca reflexões sobre adolescência, amor, liberdade, felicidade, amizade, alienação, conflitos entre pais e filhos, contrastes sociais, drogas, o ficar, trabalho, dinheiro, sonhos, medos. Cada um dos cinco jovens é um pouco de cada adolescente que certamente se identifica na obra.
Esse foi um dos livros que escolhemos para trabalhar na 3ª Feira do Livro que aconteceu no Colégio em junho de 2006. Para nossa alegria, Marcelo esteve conosco agora presencialmente, depois de interagir aqui no blog virtualmente. Nas fotos, registramos alguns desses momentos felizes.
Escreva seu depoimento sobre o livro lido e a experiência de estar com o autor na feira.

