Tudo começou no colégio, ouve algumas trocas de olhares, passou um dia passou outro até que Cassiano criou coragem para ir falar com Débora, no início estava um pouco tímido foram conversando e combinaram que na quinta-feira eles iriam.....
Rafael Frigo – T 82
27 novembro 2006
Meu miniconto
Isso aconteceu numa sexta-feira treze.Estávamos assistindo a um filme de terror, a casa estava completamente escura quando de repente despertou o telefone, mas não fomos atender e continuamos assistindo ao filme. Alguns minutos depois despertou a campainha, ficamos em pânico, mas criamos coragem e fomos atender. Quando abrimos a porta não havia ninguém. Após ter terminado o filme fomos nos deitar e naquele exato momento ouvimos pessoas conversando. Levantei apavorada, mas fui ver o que estava acontecendo,quando fui para abrir a porta,bateram a porta e era apenas o meu irmão voltando de uma festa.
Tânia Vaccari. Turma 82
Tânia Vaccari. Turma 82
SEXTA-FEIRA 13
Numa noite de sexta-feira 13,uma menina estava em casa sozinha,lá pela meia-noite ouviu um barulho, ficou paralisada,mas o barulho continuava. Depois de uns minutos,percebeu que a porta se abria muito lentamente, ela ja com muito medo, teve uma grande surpresa, pois era....
Vizinhança
Todo dia era a mesma coisa meia noite, tinha uma vela no cemitério. Todos curiosos, mas ninguém tinha coragem de ir ver o que era. Certa vez eu fui até a porta com uma vela na mão tremendo de medo, comecei gritar.
Fui correndo para casa fiquei quase um mês sem dormir. Ate que olhei fixamente para lá e descobri que era a luz do meu quarto que dava reflexo.
Vanusa Aparecida da Silva T:82
Todo dia era a mesma coisa meia noite, tinha uma vela no cemitério. Todos curiosos, mas ninguém tinha coragem de ir ver o que era. Certa vez eu fui até a porta com uma vela na mão tremendo de medo, comecei gritar.
Fui correndo para casa fiquei quase um mês sem dormir. Ate que olhei fixamente para lá e descobri que era a luz do meu quarto que dava reflexo.
Vanusa Aparecida da Silva T:82
11:00 horas da noite!
Eu estava assistindo tv, quando de repente o escuro tomou conta da sala, comecei a ouvir barulhos. Resolvi ver o que era, quando olhei para trás...
Dois olhos vermelhos que vinham em minha direção, comecei a sentir medo, não sabia o que fazer, mas de repente a luz voltou e pude ver o que era...
Morgana Rossoni T:82
Eu estava assistindo tv, quando de repente o escuro tomou conta da sala, comecei a ouvir barulhos. Resolvi ver o que era, quando olhei para trás...
Dois olhos vermelhos que vinham em minha direção, comecei a sentir medo, não sabia o que fazer, mas de repente a luz voltou e pude ver o que era...
Morgana Rossoni T:82
O trote
Duas garotinhas chamadas Talita e Aliça, muito sapecas, adoravam passar trote no orelhão em frente de sua casa.
Certo dia se deram mal porque ligaram numa casa que tinha bina e a mulher ligou para a polícia, só que as meninas não sabiam e continuaram ligando em outras casas. Passados alguns minutos, chegou a polícia, as garotas ficaram muito assustadas. A polícia conversou e disse que se elas não parassem iam ser presas e elas ficaram com medo e nunca mais passaram trote.
Duas garotinhas chamadas Talita e Aliça, muito sapecas, adoravam passar trote no orelhão em frente de sua casa.
Certo dia se deram mal porque ligaram numa casa que tinha bina e a mulher ligou para a polícia, só que as meninas não sabiam e continuaram ligando em outras casas. Passados alguns minutos, chegou a polícia, as garotas ficaram muito assustadas. A polícia conversou e disse que se elas não parassem iam ser presas e elas ficaram com medo e nunca mais passaram trote.
Nome: Priscila Coltro
Turma: 82
A viagem
Tainá e Tiago foram viajar.Nessa viagem aconteceu muita coisa.A felicidade dos dois estampava-se no rosto.
Conheceram novos lugares,pessoas diferentes.O clima era ótimo para falarem de si.Tiago pediu Tainá em casamento .Casaram-se em uma das cidades que visitaram:Lisboa.Foram para a lua-de-mel.
Nesse instante toca a campainha,Tainá acorda...estava atrasada, como sempre!
Tainá e Tiago foram viajar.Nessa viagem aconteceu muita coisa.A felicidade dos dois estampava-se no rosto.
Conheceram novos lugares,pessoas diferentes.O clima era ótimo para falarem de si.Tiago pediu Tainá em casamento .Casaram-se em uma das cidades que visitaram:Lisboa.Foram para a lua-de-mel.
Nesse instante toca a campainha,Tainá acorda...estava atrasada, como sempre!
Nome: Mônica Pasolini
Turma: 82
Tragédia - Noite
Tragédia
No dia em que Camila completou 15 anos, seus pais lhe deram uma festa, mas ela sumiu de casa.Só apareceu quando os convidados estavam indo embora.
Nos dias seguintes o fato foi se repetindo, Camila só voltava tarde da noite.Os pais, preocupados, ligaram para a policia, anoiteceu e ela não apareceu.
A policia encontrou Camila pela manhã, morta com um tiro no coração, no banco da praça.
Nome: Débora Dall’ Agnol
Turma: 82
No dia em que Camila completou 15 anos, seus pais lhe deram uma festa, mas ela sumiu de casa.Só apareceu quando os convidados estavam indo embora.
Nos dias seguintes o fato foi se repetindo, Camila só voltava tarde da noite.Os pais, preocupados, ligaram para a policia, anoiteceu e ela não apareceu.
A policia encontrou Camila pela manhã, morta com um tiro no coração, no banco da praça.
Nome: Débora Dall’ Agnol
Turma: 82
Noite
Era uma noite de inverno e ventava. Numa casa qualquer batidas a porta. O pai abriu com receio. Olhou para o homem a sua frente, roupas poucas e rasgadas, pés descalços. Pediu um pedaço de pão. Mandou a filha vasculhar na dispensa pão, e mortadela. Após dar ao homem, o mesmo falou:
-Apesar de ser somente comida para mim tem mais valor que um pote de ouro.Virou as costas e foi embora.
Ao fechar a porta, ouviu outra batida, quando abriu somente encontrou um pote de ouro.
Douglas 82
-Apesar de ser somente comida para mim tem mais valor que um pote de ouro.Virou as costas e foi embora.
Ao fechar a porta, ouviu outra batida, quando abriu somente encontrou um pote de ouro.
Douglas 82
EFEITOS
Dois rapazes andando lado-a-lado pela rua escura;
Cabeça baixa, cabelo no rosto.Em suas mãos, algo que parece lhes fazer bem.
Alucinações. O mundo gira, as mãos tremem, as pessoas parecem loucas, os carros passam num piscar de olhos.
E de repente uma luz vermelha: o carro da polícia chega perto dos dois. Decepção!
Os rapazes já não andam mais pelas ruas, apenas suas fotos nos jornais...
Ana Carla_82
Os Dois Irmãos!
Sônia sofria muito. João paraplégico. Pedro cego. Seus dois únicos filhos viviam reclusos, até certo dia em que Pedro atravessando a rua foi atropelado.
Hospital, cirurgia, remédio, dinheiro.
Desespero de Sônia. Alguém enfim, a ajuda.
Mônica Scalvi_82
Tudo às escondidas...
Ela adorava aventuras, festas;
Filha super protegida pelos pais. Não agüentava isso.
Tudo mudou ao conhecer um garoto, maneira de agir, de pensar. Troca de olhares, sorrisos, até o encontro. Beijos, abraços, às escondidas. Discussões, sofrimentos, angústias. Até a instabilidade dos pais perceberem como precisavam mudar a maneira de tratá-la. Podendo assim, fazê-la mais independente e conseqüentemente mais feliz.
Lí_82
Dois rapazes andando lado-a-lado pela rua escura;
Cabeça baixa, cabelo no rosto.Em suas mãos, algo que parece lhes fazer bem.
Alucinações. O mundo gira, as mãos tremem, as pessoas parecem loucas, os carros passam num piscar de olhos.
E de repente uma luz vermelha: o carro da polícia chega perto dos dois. Decepção!
Os rapazes já não andam mais pelas ruas, apenas suas fotos nos jornais...
Ana Carla_82
Os Dois Irmãos!
Sônia sofria muito. João paraplégico. Pedro cego. Seus dois únicos filhos viviam reclusos, até certo dia em que Pedro atravessando a rua foi atropelado.
Hospital, cirurgia, remédio, dinheiro.
Desespero de Sônia. Alguém enfim, a ajuda.
Mônica Scalvi_82
Tudo às escondidas...
Ela adorava aventuras, festas;
Filha super protegida pelos pais. Não agüentava isso.
Tudo mudou ao conhecer um garoto, maneira de agir, de pensar. Troca de olhares, sorrisos, até o encontro. Beijos, abraços, às escondidas. Discussões, sofrimentos, angústias. Até a instabilidade dos pais perceberem como precisavam mudar a maneira de tratá-la. Podendo assim, fazê-la mais independente e conseqüentemente mais feliz.
Lí_82
06 setembro 2006
Quais os limites entre a Ficção e a Realidade?
Junho de 2006. No Colégio aconteceu a 3ª Feira do Livro. O patrono: Luís Dill. Madrugada de retorno à Porto Alegre, muito fria, o escritor espera o ônibus em frente ao hotel. Mas não está sozinho. A imaginação o acompanha e faz nascer uma história, que Luís nos dá o orgulho de inaugurar aqui no blog.
0° C
miniconto de terror em 5 minicapítulos
1.Disseram que o ônibus passaria às duas da manhã. Fiquei na frente do hotel. Eu, o frio, o silêncio. Se não fosse tão arriscado ficaria mais tempo na cidade. Pequena, agradável, bom vinho, boa comida. Mas quando se comete algo tão grave, melhor dar o fora o quanto antes.
2.O sino da igreja bateu duas vezes. O som agrediu o gelo que se formava sobre tudo. As luzes do Banco do Brasil, ao lado do hotel, pareceram tremer com as badaladas. Meu peito doeu. Seria a culpa por desmanchar o noivado? Antes de responder, uma sombra ganhou vida.
3.Nada do ônibus ainda. Avancei para a esquerda, em direção à grande loja de roupas. Meus joelhos gelados produziram passos imprecisos. O tapume de uma obra oferecia uma fenda. Entrei. Metros adiante a luz de uma vela. O vulto feminino cavava com pá. Estocadas decididas no solo. Ao lado uma sacola.
4.Melhor voltar, pensei. Disseram que o ônibus não pára se o motorista não enxergar ninguém. Os longos cabelos loiros dela me lembravam alguém. Parou de cavar. Abriu a sacola. Assombrado, vi-a tirar ali de dentro uma cabeça. Ergueu-a, admirou-a por um momento, depois beijou os lábios mortos. Em seguida jogou a cabeça no buraco e cobriu tudo com terra.
5.O ruído do motor me tirou da paralisia. Saí dali aos tropeções, direto para o meio da rua, acenando frenético para os faróis que cortavam o espesso da noite. Embarquei trêmulo, mas não de frio. Boa-noite, disse o motorista. Não respondi. A luz da vela exibira com clareza: a cabeça separada do corpo era minha.
21 agosto 2006
Miniconto - A Aprendizagem
Vamos agora estudar mais minicontos. Este gênero contitui-se de narrativa curta que contém um subtexto para o leitor continuar a história usando sua imaginação. Vamos analisar alguns, para depois, a exemplo da bandeira de pano mostrada no livro do Tesouro, também "costurarmos" nossas histórias.

Fonte:odatacaniciodata.splinder.com
A APRENDIZAGEM
Caio Riter
Sempre foi assim.Desde que nasceu, mexia em tudo. Derrubava vasos, quebrava bibelôs, enfiava coisas na tomada. Mas quando, aos três anos de idade, ele rasgou a poltrona de couro branco, Laís resolveu pôr um ponto final naquilo.
- É para você aprender, explicou.
E cortou a ponta de um dos dedos do filho. O indicador. Com unha e tudo. Foi um santo remédio.
A leitura do miniconto é muito subjetiva. As histórias, depois de escritas, pertencem a quem as lê. Use sua sensibilidade e imaginação para ler nas entrelinhas do texto. Convidaremos o nosso amigo escritor Caio Riter para nos visitar e partilhar as nossas opiniões.
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08 agosto 2006
Tesouro de Pano
"Uma menina visita a bisavó doente e descobre, no sótão da casa, dentro de um baú, uma bandeira de pano. Curiosa, ouve da velha senhora a saga de imigrantes que vieram de Bassano Del Grappa, na Itália, para o Rio Grande do Sul."
Isso pode ser lido na contracapa do livro lançado em nosso colégio, pelo escritor Luís Dill , de Porto Alegre. A obra, editada pela WS editora , foi escrita depois que ele participou da segunda feira do livro, em 2005. Passando pela escola, viu hasteada uma bandeira de pano, feita com retalhos. Eram pedaços que cada aluno, professor e funcionário costurou, contando sua história de vida. A mesma bandeira que está na capa do livro.
Escreva suas impressões sobre o livro.
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